Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, abril 15, 2009

Coragem: é disso que o Brasil precisa.

Gente, dei uma olhada no vídeo do "ídolos" britânico e vi essa coisa linda e maravilhosa cantar: http://www.youtube.com/watch?v=9lp0IWv8QZY ...

E desse tipo de gente que o Brasil precisa. Com vontade, determinada, com garra e com muita confiança no seu talento, na sua competência, no seu trabalho.

Pra frente Brasil, tenho certeza que temos mais de milhares de pessoas assim...

Brasil, mostre a sua cara!

OM SAI RAM

quarta-feira, abril 08, 2009

Projeto Caldeira Acústica - Casa das Caldeiras

Começa esse mês o projeto Caldeira Acústica na Casa das Caldeiras. Para quem curte, será dia 28 de abril com a presença de Diogo Poças, que lança seu primeiro album pela warner music em junho.

Quem curte e gosta de uma pitada de música, vale a pena conferir. O projeto está começando e é liderado por Camila e Tatiana, ambas engajadas em todos os projetos que acontecem dentro da Casa das Caldeiras.

Para vocês acompanharem o que rolará no projeto Caldeira Acústica, vale estar antenado e assinar os feeds do blog: http://projetocaldeiraacustica.wordpress.com/

Dada a dica, espero vocês lá!

Att,

Tosi

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Cântigas: para todo mundo ver e ouvir

Cântigas, acredito eu, foi uma das primeiras formas que os juglares da idade média usavam para entoar seus versos e rimas e assim contar estórias e alegrar o povo daquela época, normalmente, a alta sociedade, a nobreza. Com o tempo, foram ficando fora de moda. Também acredito (pois não pesquisei e comprovei) que as formas mais populares cântigas hoje sejam as de ninar e, talvez, uma ramificação seja os repentes populares do nordeste.

Eu adoro cântigas, na verdade, adoro rimar, criar versos, rimas, combinar palavras e brincar com elas; além, é claro, de levar o ser humano para a auto-reflexão.

Vamos pensar em uma palavra e vamos brincar com ela: Honestidade

honestidade essa é a verdade, quando ando pra cima e pra baixo,
vejo o povo cabisbaixo,

vejo o mundo, o sonho da vida, a amiga, a tia, a favela,
honestidade não tem idade, vale pra qualquer som ou frase,
veja como é bobo ou tolo aquele governante e aquele moço
por oras da rua, a agredir aos berros seu peito e desbravar sem releito.

eu paro, pego e penso,
vou pra cima como o vento, desço, digo, passo,
repasso mas não vendo.

meu irmão, tua hora aqui não, já foi. tu vira bala pra lá,
governante filho da puta, vem cá. te espero lá, no canto, na mata,
vamos ver como é que se fala, aqui quem é rei é quem mata, fala a arma,
política desgraçada, só fala, não faz e nos mata.
política corrupta, desalmada, fala e fica sem graça

quero o sangue de todos que o mal fez e não pagou
de todos os trajantes e ignorantes que naquela brasília reinou
que vive às custas do lanche da minha filha que não tem hoje

filho da puta de governante!

Eu viro e me revolto pois honestidade, nesta idade e cidade,
não tem mais jeito não. Vou embora e não volta.
Nem precisa esperar a hora.
Honestidade, aqui não tem vez não!

Político, filho da puta e ladrão!

É, desculpem, acredito que foi um verso bem forte e com palavras que possam soar como agressão mas não são. São expressões artísticas e rápidas, como se fosse um repente, tem gente que não entende. ;) Pois é meus caros amigos, quando escrevo com a rima, o negócio pega fogo. Eu esqueço do que quero escrever tudo em virtudade e em função da rima. Espero que tenham gostado! O próximo passo agora é trabalhar com essas rimas como se fossem músicas, rap ou depoimento. algo pelo gênero.

Vamos lá Brasil, mostre a sua cara!

OM SAI RAM